| 08 Fevereiro 2010
| Conta-se que certa manhã um rei, desceu ao seu jardim e encontrou plantas a murchar e quase a morrer. Ficou admirado com o que estava acontecer e perguntou ao carvalho que estava ali mesmo perto do portão o que se passava. Descobtiu que a árvore estava cansada de viver, porque não era alta e elegante como o pinheiro. O pinheiro, por sua vez, estava desconsolado porque não produzia uvas, como a videira. A videira queria desistir de viver porque não era esbelta e não produzia frutos delicados como o pessegueiro. O gerânio estava triste porque não era alto e fragante como o lírio. E o mesmo acontecia com todo o jardim. Chegou junto do amor-perfeito, encontrou as suas cores brilhantes voltadas para o sol como encontrava sempre e disse: “Muito bem, amor-perfeito, alegro-me por encontrar,no meio de tanto desânimo, uma florzinha corajosa, que nem parece desanimada.”“Não, não estou”, respondeu. Eu não sou de muita importância, pois se o senhor quiser no meu lugar um carvalho, um pinheiro, um pessegueiro ou um, lírio, teria plantado um deles, mas sabendo que se o senhor quis um amor-perfeito, estou decidido a ser o melhor amor-perfeito que jamais existiu sobre a terra”. Senhor, eu quero estar onde tu me queres, Ser fiel e dar frutos para Deus, onde me colocares, obrigado! Ir. Maria dos Anjos, p. m. |
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